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2010
Relatos UP 20é10 – capítulo…
Embarque Matramba rumo ao 2010 no UP
O tempo passou… Tão rápido relógio.
Esse texto começa com essa constatação temporal. Eu realmente idealizei escrever esse texto logo em seguida ao termino do UP… Zilhão de coisas rolaram e já estamos em maio!!!
Enfim consegui transcrever acontecimentos, pelo menos parte deles; ou os mais vivos, sei lá, desta memória des’orientada por vórtices caóticos… Oh yeah!
Atendendo pedidos ou não, a seguir relatos fragmentados, uns relevantes outros nem tanto, porém inusitados a respeito da participação da Matramba, by me, no UP 2009 -2010.
Tentei ser breve, mas desisti… E então quis contar, em primeira pessoa mesmo, o que foi a trip de uns Matramba.
O olhar é único, totalmente contestável. Ah sim… E?… Só sei que em meio a “mucha lucha” saiu o texto.
A seguir uns pedaços de história. E nela propósitos além do compreensível usual.
Por Kátia F.
PS: Certos detalhes serão apenas interessantes aos que cabem. Boa leitura mesmo assim!
Foram tantas emoções, não é Alberto Roberto?… E mesmo que um pouco tardio o post, aqui está! Afinal não poderia deixar de compartilhar com todos que estão lendo, e que de alguma forma fizeram parte, ou ainda entre os movidos pela pura curiosidade.
Conto a respeito, já no senso comum, sobre a participação da Matramba no UP.
Começou com muitos planos e mil articulações antes do pé na estrada.
A participação da Matramba no UP começa meses antes do evento em si. Mas me estenderia demais (meus caros!!!) se resolvesse desenvolver também sobre os “causos” do pré-evento.
Movida por uma sedução inexplicável, e que dela se desenrolaram missões, reuniões, dedicação workaholic e T-são em realizar algo desafiador em um velho novo cenário…
Partirei da estrada.
Longe estrada…
Saí com uns personagens de SP com a missão de percorrer por volta de 2 200 km de carro rumo ao nosso destino: Ilha d´Ajuda – BA.
2 199 kms, 2 199 kms, pára um pouquinho come um montão… e 2 198 kms. Em todo pit stop rolova “boquinha”. Foi coxinha de tudo quanto é qualidade… “Você é junk”! É dá-lhe mais estrada!!!
A Matramba contou com vários amigos que se dividiram em vários carros na caravana rumo norte. Alguns partiram bem antes para a montagem da estrutura, uns ficaram para trás. Cerca de 4 ou 5 carros “staff” Matramba. Se bobear mais, nem sei exatamente quantos amigos se envolveram na missão do UP.
Carros bombando de tudo que é tralha que precisou pra valer.
Durante o percurso teve carro que sofreu e arriou… Carro quebrou, acontece… Preocupação! Conta de telefone altíssima depois de muita conversa. Transformar problema em solução.
Mas no fim rolou! Todo mundo chegou, sem nenhum morto ou ferido.

Na chegada da primeira leva a praia ainda podia ser considerada vazia. Já o carro preto, que chegamos apenas 1 dia antes do começo do evento pudemos sentir que a festa ia realmente bombar. Estava tudo dominado antes mesmo de abrir a bilheteria!
Medooooo!!!
A nova praia escolhida… Bem linda! Um lugar incrível para se promover um grande festival. Não é à toa que os gringos piram com o Brasil.
E depois de muita estrada… O rolê foi compensador! Enfim chegamos e tudo começou a fazer sentido.
Montamos nosso acampamento.
Alguns personagens tinham carteirinha de escoteiro, incrível! A Matramba funcionou em grande estilo, um luxo! Não dá para imaginar! Só vendo!
Confesso que no começo nosso camping tinha mais era cara de favela…
Depois tudo se organizou de maneira in’conscientemente funcional; e porque não dizer um charme – nossa vila do Chaves era hype! Tinha até ventilador!
Praia linda, estrutura montada e muitas provações na sequência para viver por ali. E é inegável… Não teve como… Foi no estilo hippie de ser.
Falta d’água e péssima limpeza nos banheiros de toda festa. Eu nem ousei querer participar dessa festa. A parte, a gente realmente se virou na vila do Chaves! O banho era sempre cômico, mas ideal diante da situação: burrifador de água ou shower bag.
Pausaaaaaaaaa!!!!!!!!!
Todo mundo já estava na fogueira. Bora então vivenciar o local sem estragá-lo e sem reclamar.
Colocamos placas de sinalização de “mãe tenha a ordem”, “jogue lixo no lixo”, “every thing happens for a reason”, tudo orientado pela nossa gerência.
Tudo bem que teve figura querendo fazer xixi no poste do próprio condomínio (já durante a loucura da festa rolando), puro lapso de doidão, quem pode?!
Mão na massa pra firma funcionar no esquema! A equipe montou tudo num calor de fritar os miolos.

E depois de tudo… Enfim nosso lote lá!

Todo mundo que passou por nosso lá não teve como contestar. O espaço PI ficou incrível!
Tivemos o privilégio da vista pro mar e o conforto da árvore gigante. Era tanta sombra no calor baiano. Como não se sentir seduzido por aquele lugar?
Vários puffs, tabuleiro de jogos, o chai shop com seus refrescos, som maneiro rolando, zelador cheio de charme cuidando de tudo no melhor estilo…
Foi tudo estrategicamente pensado. No geral, era bom demais estacionar sempre por nosso lá!

Chez-nous tinha nome- Espaço PI, – composto por:
Domo da Matramba – com as conhecidas cartucheiras, item essencial de sobrevivência no festival. Aproveito a deixa e pergunto: Como não ter uma?
A Tela Parelella – cinema Open Air – com exibição de filmes altamente relevantes, independentemente de gosto, no melhor estilo, e que ainda foge do habitual. Jogados na areia com um baita céu sobre as cabeças dispostas.
O circular PI zine – Conteúdo intrigante e de poucas palavras. Resgatamos o mimeografo e apresentamos uma nova proposta de fazer jornal no festival de forma totalmente artesanal. E rolou em tempo real! Uma verdadeira missão! Minha criança.
Performances surpreendentes do Provoc.Ator. – Zelador do espaço PI e entregador irreverente do zine. No míximo impossível não ter notado o cara. Muito bom na minha opinião! No geral pertubador! Yes, nós gostamos de causar emoções! E são tantas…
Palco para performances e discotecagem – Se apresentou por lá hora Mister Montanari, DJ amigo que conseguiu queimar vários equipamentos, inclusive os reservas, até certos Ipods – excêntricos e/ou incompreensíveis.
E Chai Shop – Tinha suco natural, chai e cafezinho, no melhor astral baiano, porque não dizer…. E a galera nem conseguia sacar que acabava ficando e ficando. A sombra era especial, com som bom então!
Tudo isso fez parte de uma ideia.
E valia dar nome ao contexto criado – espaço PI – ações que UN Matramba se dispôs a realizar dentro do festival UP; que mesmo com tamanha estrutura, até então tinha carência desse tipo de espaço.
O espaço PI foi pensado e aproveitado por pessoas que fazem parte do festival, mas que ainda se sentem um tanto perdidos nas pistas (tiozinhos (as)!!!!) ou sem interesse pelas atividades apresentadas na programação.
Foi criada uma “história” nova e bem legal dentro do UP. Fato vivido e no geral bem aceito, afinal o astral lá era bem bom!!!
Não foi desejado nada além do que promover um espaço out para ficar intuitivamente a vontade e acessar o sublime da festa.
A vida da Matramba no UP só foi realmente legal porque contamos com a participação de pessoas especiais:
Da esquerda para direita: Alberto Roberto, Coelho e Pé de Pano.
Kátia Flávia

Renatinho e Karien
Joselito que tem medo de bicho de pé, Tati que ajudou a controlar a criança, e Yves kill the hippies.
Gangue: Zebu rodador oficial do mimeógrafo, Thiaguinho, Leo Lake Karina e Gui
Mauro – aparição especial
Chuen – sucesso contraditório com sua cartucheira sob medida para entrega dos jornais e companhia dos roles perdidos
Cabeção
Brucutus
Rejane mil graus e Juuuuu portadora do documento do carro preto
Mister Montanari – cara de habilidade sedutora e artística, além de “nunca acampe sem ele”!
Entre outros amigos que não tivemos registros fotográficos, mas não por isso menos importantes: Gina e esposa, Haydee, Filipe, Pateta, Coxa, Leonardo Di Caprio, Matheus Bro e Isa e fornecedores e parceiros.
A todo mundo nosso agradecimento!
An article by Matramba





































